2012 — o ano

– da Troika?

– do Campeonato Europeu de Futebol?

– do fim do mundo como o conhecemos?

– depois de 2011 e antes de 2013?

– de 366 posts no blog?

Qualquer que seja a escolha, os desejos de um Bom Ano.

Sobre Pedro Pita Barros

Professor de Economia da Universidade Nova de Lisboa
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5 respostas a 2012 — o ano

  1. Espero muito sinceramente que nao fosse o ano da Troika, fosse um ano de iluminismo, o Homem sair da sua menoridade, e o aparecimento do verdadeiro Liberalismo.
    Tudo o que vou dizer a seguir o Professor Pedro Pita sabe, contudo, gostava que emitisse a sua opinião sobre a justiça como o problema das dívidas soberanas na Europa estão a ser geridas.
    Existem dois tipos de economistas na europa, mas, também no nosso país. Uns que defendem que o problema é o peso do estado na economia, os responsáveis pela dívida pública, pretendendo desmantelar todo o estado social, servindo-se da abençoada troika para justificarem o que planeavam com a ideologia do fascismo.
    Temos outros economistas, falo sobretudo, do manifesto dos economistas aterrados(pequeno livro, mas bem escondido, até pelos nossos livreiros) que desmascaram, mostrando que o problema da dívida está nos produtos estruturados, nos produtos tóxicos que foram consumidos pelos grandes bancos europeus( franceses e alemaes, sobretudo), que estao a esvaziar a bolha desses produtos no elo mais fraco da europa que sao os países do sul. para isso, mandaram-nos fazer políticas expansionistas à dois anos, para que os estados gastassem para de seguida fazer um ataque às dívida soberanas.
    Uma vergonha, como aqueles economistas esquecem este facto, enviesam as questoes, para o problema do peso do estado, quando nós para o ano que vem, vamos pagar maios juros de dívida que toda a estrutura do estado. Com estes juros nao se preocupam, com esta avidez,a esta usura fecham os olhos. eu diria que grande parte da nossa dívida é ilegitima( já vários economistas sensatos o fizeram) porque fomos coagidos a gastar e de seguida aplicam o ataque às dívidas, já para nao falar como este euro nos prejudicou em relaçao à nossa produçao. A forma como o próprio BCE faz a moneterizaçao das dívidas beneficiando os Bancos franceses e alemaes, quando estes à dois anos atrás estavam à beira da falencia pelo consumo dos produtos derivados, tóxicos. Pergunto, estão já de saúde para que o BCE empreste-lhes dinheiro a uma taxa de juro a rondar um por cento??????
    Repito grande parte da nossa dÍvida É ILEGITIMA.
    Haja vergonha, seriedade na discussão dos problemas e não sirvam da injustiça para praticar a ideologia que há muito pretendiam. Todas as pessoas deviam ler o Manifesto dos Economistas Aterrados, para compreender a vassalagem que nos querem impor.
    Cumprimentos
    Bom Ano

  2. André Barata diz:

    Em ano bissexto terão de ser pelo menos 366 posts! Bom ano.

  3. @pedro pinheiro: respondi com um novo post.

    @andré, por enquanto dia 2, 2 posts , mesmo que pequeninos😉

  4. Pingback: Resposta a um comentário – a “culpa” das dívidas soberanas | No Reino da Dinamarca

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