Salvem-nos as consonâncias mudas (Pela revisão do Acordo Ortográfico)

O debate sobre o acordo ortográfico foi relançado com um estrepitoso gesto de Vasco Graça Moura. Independentemente da sua maior ou menor correção  protocolar, ao mandar remover dos computadores do CCB o software que tratava de aplicar o Acordo aos textos, Vasco Graça Moura revolucionou a discussão: já não são os “sim” que ganham terreno aos “não”, mas o contrário, e começa-se a pressentir a caducidade, a prazo, da coisa. O gesto do poeta – de um poeta e tradutor sensibilíssimos à Língua – significou uma assunção generalizada do descómodo deste Acordo. Já não é uma questão política, teórica e abstratamente  debatida (provavelmente com muito boas razões para o lado do “sim”), mas um repúdio bem rente à concreta experiência da Língua. A força de inércia das disposições legais, das decisões já tomadas e ratificadas, que iam paulatinamente sendo aplicadas, esbarrou na força de inércia que somos nós próprios, os falantes e os escrevinhadores desta Língua que nos faz os hábitos com que pensamos e nos exprimimos, essa continuada intimidade connosco mesmos, gente e cultura por que viajamos juntos. Vasco Graça Moura não fez demais, apenas despoletou (no sentido incorreto  da palavra, pois sim) esta reação. É que não me custa passar a escrever reação, projeto, até mesmo ereção, deixanto cair um cê em cada uma destas palavras, mas não me peçam para que escreva adoção, a não ser por amargo trocadilho da palavra adopção com alguma falta de doçura, e não me abusem do juízo (isto para evitar palavras mais vernaculares) com anticoncecionais sem ponta de pê. E nenhum cidadão português que se preze poderá alguma vez percecionar a sua Língua sem se desmanchar a rir enquanto trauteia a declinar este nova sonoridade: eu perceciono, tu percecionas, ele perceciona, nós percecionamos…

Enfim, para não abusar de trocadilhos com pouca graça, faço uma pergunta óbvia: Como foi possível não ter Malaca Casteleiro e companhia atendido ao facto de que as consoantes mudas desempenham na Língua Portuguesa papéis muitos diferentes e que não se poderia tratar todas por igual? Explico-me com mais um trocadilho: é que dantes muitas consoantes mudas eram lidas como consonâncias mudas; emudecê-las agora é gritá-las como estridência dissonante.

Está visto, portanto, que o maior mal deste Acordo é ser tão atabalhoado. Talvez por isso até a própria a discussão do Acordo foi atabalhoada, misturando níveis de discussão distintos.  Por exemplo, não raras vezes se viu ser argumentado que a Língua é de quem a fala sugerindo a ideia de que a determinação de uma norma ortográfica constituísse uma usurpação da Língua pelo poder político, como se a ortografia que até agora temos usado não tivesse sido ela mesma estabilizada de forma normativa no passado.

Creio que foi a Sophia que se lamentou de se ter alterado a ortografia de “dansa” para “dança” trocando aquele “s” dançante por este “ç” tão equivocamente sentado. E nem por isso a Sophia perdeu o seu ph como as pharmácias, lá na sua juventude. Alguém queixava-se do abissal sem ípsilon ser menos abyssal do que com i. Aconteceu uma vez, aconteceu duas vezes, muitas mais vezes acontecerá enquanto a Língua for viva e, muito precisamente, enquanto for de quem a fala. Imagino que tivesse eu vivido no tempo em que se decidiu subtrair o ípsilon ao alfabeto português e ter-me-ia sentido genuinamente amputado. Mas não estaria a ser justo se achasse que a minha língua seria agora menos rica, menos potência de expressão, do que era quando autorizava os ípsilon.

Pondo um pouco de ordem nas ideias, parece-me apropriado distinguir pelo menos três questões diferentes no debate sobre o Acordo Ortográfico:
1.    Deve haver uma estabilização da ortografia através do estabelecimento de uma norma?
2.    Devem as normas ortográficas do Brasil, de Portugal e restantes estados da CPLP manterem algum tipo de compromisso?
3.    Está o acordo ortográfico técnica e cientificamente bem feito?

As minhas respostas a estas três questões são diferentes: sim, nim e não.  Sim à primeira pergunta, porque é assim que sempre foi desde que os poderes públicos assumiram algumas responsabilidades para com os usos da Língua, seu ensino, sua difusão, etc. Não penso que a criatividade literária e mesmo filosófica seja afetada por este Acordo por uma razão muito simples: por serem também criatividade sobre a Língua. Não imagino Mia Couto minimamente inibido das suas novas palavras, como não imaginaria Saramago inibir-se da sua sintática, ou então, um filósofo que deixasse de se propor rasurar a ortografia de uma palavra para assim fazer nascer, com outra, um novo conceito. Mas tudo isto só significa que não é preciso a anarquia linguística para que sejamos criativamente livres e sempre livres-pensadores; como também não é preciso enlevarmo-nos por um narcisismo ortográfico que, bem lá no fundo, ainda não me provou que não bebe do vinho do conservadorismo bem sentado.

Voltando às coisas como elas são, acho compreensível uma certa irritação com o facto de ter sido muito mais o que cedeu o Português de Portugal do que o Português do Brasil. Mas aborrece mais o meu patriotismo ortográfico perceber que as razões desse desequilíbrio não são dessa ordem de considerações. A desproporção de tamanhos entre os dois países, na verdade entre um país e um meio continente, não disfarça realmente a impressão de que algo correu mal na preparação do Acordo Ortográfico e que, na raiz do problema, esteve menos a subordinação a um Brasil Império da Língua do que a bem mais terrena falta de acribia da parte dos que cá tinham a responsabilidade de cuidar de nós linguisticamente. E a este respeito vou ser muito franco. Escolham meia dúzia de palavras com alto valor semântico e comparemos os respetivos  verbetes nos dicionários Houaiss e da Academia de Ciências. Asseguro-vos que a desproporção entre os Dicionários é comparável ao resultado deste Acordo Ortográfico. Em suma, o problema deste Acordo não se desliga facilmente do facto de que Malaca Casteleiro não é Antônio Houaiss e de que, na sua preparação, tratámos pior a consonância da nossa Língua do que os nossos pares brasileiros. É uma pena, mas foi assim.

O que fazer então? Deixem-se lá de brasis aqui d’el rei, e de filosofias da grafia e de poéticas do ípsilon e do cê sentado, e olhando para o que há que ver, façam uma revisão integral do Acordo e, primeiro que tudo, salvem as nossas consonâncias mudas. Mais, sugiro que mandatem o Vasco Graça Moura para dirigir as operações, dando-lhe meios humanos e técnicos. E voltemos a falar sobre o assunto daqui a um ano.

Sobre André Barata

Filósofo, professor da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior.
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11 respostas a Salvem-nos as consonâncias mudas (Pela revisão do Acordo Ortográfico)

  1. Caro André, respondendo também às suas questões, deixo algumas notas:
    1. Não podemos comparar esta situação com a da revisão do início do século XX, pois nessa altura o que se fez foi formalizar uma evolução natural da língua. E as “perceções” e outras que tais não surgiram naturalmente na ortografia de qualquer dos signatários do AO, sendo antes originalidades bárbaras artificialmente implantadas – e que no Brasil são pura e simplesmente ignoradas (mesmo pelos que dizem cumprir o AO). Ou seja, a resposta à primeira questão é não, não é possível, pela via normativa, impor à sociedade algo que não é nem nunca vai ser natural. É aliás sintomático verificar que na prática o Estado português fez um acordo consigo próprio, na medida em que nenhum outro país o cumpre…
    2. A resposta à segunda questão é, por isso, “não”. Ninguém consegue controlar a natureza humana – e o poder opressivo do Estado deve ser reservado para outras áreas da intervenção social. Não estamos em 1912 e por isso o tempo de impor normas arbitrárias à bruta já lá vai;
    3. Na terceira questão concordamos no “não”. Não só está mal feito, como tecnicamente inclui erros graves e que saem da área da fonética. As consoantes mudas abrem a vogal que as antecede – e sem elas a natureza da língua portuguesa é para ler “afêto” onde se escreve “afeto”, “recessão” onde se escreve “receção” e assim por diante. A forma como este acordo foi aprovado e está a ser aplicado é aliás o melhor sintoma da falta de qualidade e preparação técnica dos nossos políticos e dirigentes. Quando se enchem as listas de deputados de “Ruis Tavares” e licenciados de fim-de-semana as coisas inevitavelmente correm mal…

  2. João Roque Dias diz:

    Caro André Barata: parabéns pelo seu texto. Vai certamente ao cerne da questão. No entanto, sempre lhe digo, que o AO, tal como feito, não se deve a nenhum descuido ou distracção por parte do Malaca ou da sua companhia. Ele mesmo, o Malaca, já explicou centenas de vezes o que e por que foi feito: sem o massacre das consoantes mudas portuguesas não haveria acordo. O resto do AO é apenas ramagem decorativa para as flores do ramalhete. Quanto à criação, por via do Acordo, de novas divergências (“perceção” em Portugal, mas “percepção”, no Brasil), como seriam sempre menos numerosas do que o número de palavras estropiadas em Portugal, os autores do AO apressaram-se e enunciar a famosa regra da “aproximação da escrita à fala” (iniciada no Brasil, como instrumento de combate ao vergonhoso analfabetismo aí existente nos anos 40 e 50) a e o que não se diz não se escreve. Afinal, a primeira e grande diferença ortográfica entre Portugal e o Brasil era esta. E era esta diferença que permitia distinguir, à légua, um texto brasileiro e sul-americano de um texto português e europeu. Ora, com as consoantes portuguesas a morder os calcanhares do brasileiro escrito, os “sábios” do AO nem hesitaram. E Malaca explicou até porquê: era isso (a eliminação dos Cs e Ps potugueses, ou a sua reintrodução na escrita brasileira. Num passe de mágica, Malaca disse que isso seria uma violência imposta ao Brasil. Conclui-se assim que, em ortografia, acescentar uma letra é uma violência, mas eliminá-la é uma modernização luminosa.
    PS: Não quer repor algumas consoantes mudas no seu texto? Afinal, o título “oblige”…

  3. BST diz:

    Não percebo é porque escreve em acordês….
    Quanto ao que diz, 1 – a ortografia está perfeitamente estabilizada; 2 – o compromisso da ortografia é com a língua…; 3 – Segundo bechara e malaca é péssimo: Em Maio de 2008, Evanildo Bechara, académico de número da Academia Brasileira de Letras e promotor do AOLP no Brasil, divulgou um manifesto intitulado “Considerações em torno do MANIFESTO-PETIÇÃO dirigido ao senhor Presidente da República e aos Membros da Assembléia [sic, com acento] da República contra o Novo Acordo Ortográfico de 1990”, no âmbito do 3.º Encontro Açoriano da Lusofonia (Lagoa, S. Miguel, Açores, 8 a 11 de Maio de 2008).
    No Manifesto Bechara, que foi subscrito por João Malaca Casteleiro, académico de número da Academia das Ciências de Lisboa e co-autor do AOLP, e por 34 outros professores presentes, reconheceu-se explicitamente a existência de problemas graves no AOLP e que não poderia o mesmo constituir a base de uma norma ortográfica:
    Citação: Manifesto Bechara escreveu: «Só num ponto concordamos, em parte, com os termos do Manifesto-Petição quando declara que o Acordo não tem condições para servir de base a uma proposta normativa, contendo imprecisões, erros e ambigüidades [3]. Os doutos lingüistas [4] da Universidade de Lisboa e professores de ambas as margens do Atlântico e especialistas das línguas africanas já apontaram falhas e sugestões. Mas isso tem ocorrido com todas as propostas de reforma, e elas são aceitas e adotadas mesmo assim, com promessas de melhorias no futuro. (…)»

    Em suma, não há qualquer necessidade de qualquer acordo e é malaca que diz ser o problema político e não linguístico.

    Conclusão: não é em vão que estamos na miséria.

  4. Daniel Ribeiro diz:

    Belo post André. Apoio essa ideia da revisão do Acordo. Com VGM à frente e tudo. Parece-me necessária a existência de normas e a sua periódica revisão e actualização. E, afinal, as ideias de “transformação” e “mudança” são-me simpáticas. Mas a solução encontrada, com a ideia de que a ortografia se deve submeter à oralidade, parece-me tão lógica e pertinente como a sua contrária – a submissão da oralidade à ortografia. Ou seja, não tem em si lógica alguma.
    É que há um argumento em que não tocas mas que também tem vindo a ser usado em defesa do AO (ou do “novo AO”, ainda nem percebi bem o que os distingue). Refiro-me ao argumento que transpõe uma certa racionalidade económica para a questão das normas linguísticas (e afinal para quase tudo): – Menos diferenças, menos barreiras, mais mercado, mais vantagens… mas as questões serão sempre: Que vantagens? Quem é que ficar a ganhar e a perder?
    Por essa ordem de razões ainda todos acabaremos a falar mandarim, que é a língua de um dos mais, se não já o mais proeminente país da WTO, precisamente (em boa parte) por não cumprir as suas regras e por ser um dos países mais proteccionistas do mundo… (para não dizer o resto).
    Também vizinho àquele argumento – embora de família distinta – vejo usado o da “diplomacia económica” ou, tão só, o da diplomacia. O defeito é com certeza meu, mas confesso que para além da racionalidade de dado tipo que advem do argumento anterior, ainda não consegui perceber bem de que forma este AO serve ou acrescenta valor à nossa novel “diplomacia económica”. Será por ser tema de conversa?

    Talk, talk, talk…
    Best regards….

  5. Pingback: A absurdez do Acordo Ortográfico até nos magoa a alma ! « perspectivas

  6. André Barata diz:

    Caríssimos,
    Antes de mais um entusiástico e sincero agradecimento pelos vossos excelentes comentários, todos pertinentes e muito informativos. Antes de me permitir comentá-los, gostaria de dar alguma explicação para o facto de eu ter suprimido voluntariamente algumas consoantes mudas no meu post. A motivação inicial era a de que, por muito boas razões que, abstractamente, os promotores do Acordo pudessem ter, a verdade é que a prática concreta de quem o tentasse empregar rapidamente conduzia a um repúdio. A refutação, digamos, era performativa, o que me sugeria algum uso das consoantes. Talvez pudesse tê-las apagado, talvez tivesse sido melhor assim, mas não foi esse o caso. Depois, procurei articular um argumento nesta maneira peculiar de argumentar que é um post e não tanto um artigo. O meu ponto, agora, era que as consoantes mudas são consonantes com a Língua, e que a sua elisão (pelo menos de parte importante delas) introduz uma dissonância que nos arranha a alma e nos leva, muito naturalmente, a repudiar o Acordo. É uma argumentação menos tecnicamente sofisticada do que outras, pois nem sou linguista, mas também não engano ninguém se disser que escrevinhando todos os dias e tendo tentado seguir o Acordo, concluí que desta maneira não dá. E foi isso que quis dizer (e creio ter dito). Se me exigem uma posição de princípio sobre acordos ortográficos, como podem verificar hesito bastante. No ponto em que estamos penso, no entanto, que isso é o menos importante.

    Indo então aos vossos comentários:
    – Caro Jorge Vladimiro Jorge Silva, concordo com a sua chamada de atenção para o facto de que não estamos em 1912 e parece-me muito certeira a sua observação de que talvez Portugal esteja, na prática, a acordar apenas consigo próprio. Permita-me que considere injusta a menção ao Rui Tavares, que é um activo, culto e espirituoso eurodeputado da nação, tanto quando concorda como quando (até sobretudo quando) discorda.
    – Caro João Roque Dias, as suas explicações “genealógicas” são muito esclarecedoras e só tenho de as agradecer. Respondendo à pergunta que me faz, não irei repor as consoantes mudas no post, pelos motivos que acima fui expondo; mas muito provavelmente, em futuras ocasiões, voltando ao assunto, não me pouparei em consoantes mudas.
    – Caro BST, espero que já se perceba um pouco melhor o “meu” acordês. Não escondo que, mesmo fora deste post, tentei adaptar-me ao Acordo da forma muito expedita que consiste em permitir que o software do Lince convertesse os meus textos. Por exemplo, fi-lo nas minhas colaborações para o PNET literatura. A insatisfação, como penso ter descrito, é grande. Quanto ao Manifesto Bechara, que foi subscrito pelo Malaca Casteleiro, acabo de tomar conhecimento dele. Agradeço-lhe a informação, pertinentíssima.

    O comentário vai longo, mas sugiro ainda a leitura do artigo bastante sistematizado que António Guerreiro publica hoje no suplemento Actual do Expresso.

    Cumprimentos!

  7. André Barata diz:

    Meu caro Daniel, estou inteiramente de acordo com a denúncia da hegemónica transposição da racionalidade económica (na verdade talvez apenas mercantilista) para todos os planos da nossa existência, sucedendo a Língua ser apenas mais um território, ainda que continental, a lavrar por essa “civilidade da oferta e da procura” que nos desumaniza, a nós e às nossas expressões, na forma de produção e produtividade. E a respeito das diplomacias a minha incompreensão é igual à tua.
    Mas aproveito o teu comentário para acrescentar algo que não disse no post e que me inclina ainda mais para o juízo de inutilidade deste Acordo (deixando agora de lado o argumentário pela sua nocividade). Eu tenho um contacto quase diário com colegas brasileiros, que se materializa mais vezes sob a forma de emails e textos escritos do que sob a forma de conversa oral. A experiência que recolho destes contactos é que havendo algum obstáculo a uma melhor comunicação entre mim e os meus colegas e amigos brasileiros não o encontro tanto na ortografia como na semântica e até mesmo na gramática. Por exemplo, o uso das preposições é bastante diferente, o que me suscita grandes dificuldades em redigir um texto em Português do Brasil. Por outro lado, muitas palavras e expressões adquirem significados distintos em Portugal e no Brasil sem que faça o menor sentido alguém ou algum poder tentar controlar o curso divergente da formação de sentidos. Um exemplo só: De repente (em português de cá) apercebi-me que “de repente” (em português do Brasil) significa mais ou menos o mesmo que quando dizemos por cá “na volta”.

    Um abraço!

  8. Daniel Ribeiro diz:

    Obrigado pela gentileza em voltares à conversa. Percebo bem o que queres dizer com exemplo do “de repente”, uma bela expressão idiomática do português do Brasil, também uma espécie de “talvez”…
    A língua produz ou adquire de facto sentidos diferentes à medida que é usada por culturas e povos diferentes. E isso enriquece o que nos une e o que nos distingue…
    Já deves ter tido a experiência de perguntar a um colega brasileiro (imaginemos que se chama Paulo, por exemplo): – “então o Paulo como é que tem passado?…”

    Um abraço

  9. Maria diz:

    Vem mesmo a tempo levantar esta questão. Os manuais escolares estão já com a nova ortografia, no CCB tudo estava adaptado à nova ortografia…etc., etc., etc.
    Porque não se lembraram estes e outros iluminados de mostrarem o amor sincero à antiga língua portugiuesa um pouco mais cedo? Estariam distraídos, ocupados ou desinteressados?

  10. João Roque Dias diz:

    Distraídos, ocupados ou desinteressados, Maria? Tem andado distraída, ocupada ou desinteressada?

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